O poder da visibilidade da TV e da popularidade do rádio são as armas dos candidatos à Presidência Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) nesta reta final de campanha. De olho nos eleitores indecisos, os presidenciáveis usam os últimos dias da propaganda eleitoral gratuita para promoverem apelos, com mensagens enfáticas sobre seus projetos, a participação de eleitores e a presença de artistas. Os jingles cantados de forma coletiva por artistas de projeção nacional têm sido uma das apostas como forma de consolidar suas imagens entre o eleitorado. Os programas com duração de dez minutos cada no rádio e na TV acabam nesta sexta-feira. O tom crítico em relação ao adversário e o discurso de melhorias nas principais áreas dos serviços públicos são algumas das estratégias usadas por ambos. O clima de acirramento das pesquisas, que apesar de colocarem a concorrente a reeleição com três pontos à frente, são interpretados como empate técnico e tem estimulado o clima de embate. A tentativa de clara sedução em relação ao eleitor pôde ser notada no programa de ontem. O tucano fez um relato do início do segundo turno até o momento ao ressaltar as alianças conquistadas, inclusive o apoio de Marina Silva (PSB), da família de Eduardo Campos, e chamou a atenção para os ataques que têm sofrido. “Não tenho problemas em aceitar críticas, mas quando essas críticas são anônimas a campanha vai pra lama”, analisou. Entretanto, em seguida disse que se esse fosse o preço “que tenho para melhorar a vida da nossa gente, então esse é o preço muito pequeno”. E continuou: “Não é nada comparado aos problemas que as pessoas enfrentam todos os dias”, disse, reafirmando que seria o candidato da mudança. Aécio falou também em governar com valores como “decência, respeito e honradez” e atacou: “Um governo sem isso perde, e quem paga é o cidadão”, afirmou. Leia matéria completa no Tribuna.
O poder da visibilidade da TV e da popularidade do rádio são as armas dos candidatos à Presidência Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) nesta reta final de campanha. De olho nos eleitores indecisos, os presidenciáveis usam os últimos dias da propaganda eleitoral gratuita para promoverem apelos, com mensagens enfáticas sobre seus projetos, a participação de eleitores e a presença de artistas. Os jingles cantados de forma coletiva por artistas de projeção nacional têm sido uma das apostas como forma de consolidar suas imagens entre o eleitorado. Os programas com duração de dez minutos cada no rádio e na TV acabam nesta sexta-feira. O tom crítico em relação ao adversário e o discurso de melhorias nas principais áreas dos serviços públicos são algumas das estratégias usadas por ambos. O clima de acirramento das pesquisas, que apesar de colocarem a concorrente a reeleição com três pontos à frente, são interpretados como empate técnico e tem estimulado o clima de embate. A tentativa de clara sedução em relação ao eleitor pôde ser notada no programa de ontem. O tucano fez um relato do início do segundo turno até o momento ao ressaltar as alianças conquistadas, inclusive o apoio de Marina Silva (PSB), da família de Eduardo Campos, e chamou a atenção para os ataques que têm sofrido. “Não tenho problemas em aceitar críticas, mas quando essas críticas são anônimas a campanha vai pra lama”, analisou. Entretanto, em seguida disse que se esse fosse o preço “que tenho para melhorar a vida da nossa gente, então esse é o preço muito pequeno”. E continuou: “Não é nada comparado aos problemas que as pessoas enfrentam todos os dias”, disse, reafirmando que seria o candidato da mudança. Aécio falou também em governar com valores como “decência, respeito e honradez” e atacou: “Um governo sem isso perde, e quem paga é o cidadão”, afirmou. Leia matéria completa no Tribuna.
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