Os
principais alvos de ataque dos manifestantes são o vice-presidente
Michel Temer, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o juiz
Sergio Moro, que conduz a Operação Lava Jato em Curitiba na 1ª
instância. Entre os participantes do grupo, estão militantes do PT e
PCdoB, integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o
Movimento dos Trabalhadores Sem Terra.
Todos
os servidores da Câmara dos Deputados foram autorizados a sair mais
cedo por causa da manifestação, que acontece nas proximidades do
Congresso Nacional. O texto, enviado pelo diretor-geral da Casa, Romulo
Mesquita, "dispensa o ponto" dos funcionários a partir das 17h.
A
decisão, segundo Mesquita, é para "facilitar o retorno dos funcionários
às suas casas, em decorrência do ato que bloqueará os acessos aos
prédios da Câmara". Ainda de acordo com a mensagem, "os servidores que
ainda não completaram a sua jornada ordinária terão automaticamente suas
horas abonadas".
Segundo
uma sindicalista da CUT, entre 700 e 1.000 ônibus estão a caminho de
Brasília, onde a Polícia Militar estima que cerca de 10 mil
manifestantes participam.
Pelo Brasil
Há
atos programados em pelo menos 20 estados, além do Distrito Federal. Em
São Paulo, os manifestantes do ato em defesa da democracia e contra o
impeachment da presidenta Dilma Rousseff ocupam a Praça da Sé e a rua
lateral da catedral. Quatro carros de som levam líderes de movimentos
sociais e de sindicatos que se revezam nos discursos.
O
ato reúne entidades como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), da
Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), da União da Juventude
Socialista, da Central de Movimentos Populares, de diversos sindicatos,
entre outros.
No
Rio de Janeiro, os manifestantes se reuniram no Largo da Carioca, no
centro do Rio. Na avaliação do presidente da Federação das Associações
de Favelas do Estado do Rio de Janeiro (Faferj), Rossino Castro Diniz, a
camada mais pobre do país, beneficiária dos principais programas
sociais do governo, como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, é
contrária à tentativa de impedimento da presidenta Dilma.
Em
Salvador, o ato começou no início da tarde, na região de Campo Grande.
Na capital cearense, a concentração dos manifestantes ocorreu na Praça
da Bandeira. (Fone: Agência Brasil).
Comentários
Postar um comentário