Alguns prefeitos baianos que tomaram
posse no dia 1º de janeiro se depararam com um cenário de "terra
arrasada" nas prefeituras: caixa vazio, patrimônio sucateado e
pendências financeiras deixadas pelos antecessores. Para não parar o
município, muitos estão tendo que imprimir um ajuste fiscal, cortar
gastos, e recorrer a ajuda estadual e federal.
A situação é tão crítica que alguns
gestores tiveram que decretar estado de emergência no município - caso
de Itabuna e Ilhéus - para adquirir bens sem licitação, enquanto
aguardam o resultado de auditorias em contratos.
"Não vi outra solução. As contas
públicas estão na UTI", desabafou o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro
(PSDB), que decretou 60 dias de estado de emergência no município do sul
da Bahia.(A Tarde)
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