A
sugestão dos governadores é reajustar o piso com base no INPC (Índice
Nacional de Preços ao Consumidor, apurado pelo IBGE) do ano anterior
acrescido de 50% da variação real (descontada a inflação) do fundo. A
proposta dos trabalhadores estabelece o INPC mais 50% da variação
nominal (sem descontar a inflação) do Fundeb. O argumento é de que o
piso dos professores --pouco mais do que o dobro do salário mínimo--
ainda é muito baixo, o que contribui para o apagão dos profissionais na
sala de aula. Além
disso, no atual ritmo de reajuste, não seria possível cumprir meta do
PNE (plano que define metas para a educação em uma década), em discussão
no Congresso, que prevê equiparação do salário dos docentes com o de
profissionais de escolaridade semelhante num prazo de seis anos.
APLB-sindicato
APLB-sindicato
Comentários
Postar um comentário