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Bancários rebatem proposta da Fenaban e greve pode ser instaurada dia 30 de setembro


Representantes dos bancários consideraram "insuficiente" proposta apresentada hoje (19) pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), durante a sétima rodada de negociação. A entidade patronal ofereceu 7% de reajuste na data-base, 1º de setembro, e 7,5% para os pisos. No primeiro caso, o índice corresponde a 0,61% de aumento real (acima da inflação); para o piso, a 1,08%. Assembleias durante a semana que vem devem rejeitar a proposta e aprovar greve a partir do dia 30. Em São Paulo, o sindicato da categoria fará assembleia na quinta-feira (25). Os 7% valem para todas as verbas que compõem os vencimentos, como tíquete-refeição (que passaria de R$ 23,18 ao dia para R$ 24,80) e auxílio-alimentação (de R$ 397,36 para R$ 425,20 ao mês). Com o reajuste de 7,5% nos pisos, o menor salário de bancário com função de escriturário, jornada de seis horas e mais de 90 dias de casa iria dos atuais R$ 1.648,12 para R$ 1.771,73. O de caixa, de R$ 2.229,05 para R$ 2.393,33. A regra básica de participação nos lucros ou resultados (PLR) prevê uma parcela correspondente a 90% do salários mais uma parte fixa de R$ 1.812,58. A proposta de PLR é composta ainda de uma parcela adicional correspondente a 2,2% do lucro líquido a ser dividida entre os funcionários.

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