As empreiteras envolvidas no desvio de dinheiro
da Petrobras podem escapar da punição de ficarem impedidas de fazer
negócios com o governo daqui para a frente, se ressacirem a Petrobras
pelos danos causados, refazer contratos superfaturados, entregar os
nomes de quem recebeu e pagou propina, e ainda mostrar como funcionava o
esquema dentro da estatal. "Isso é inafastável. Não há como celebrar
acordo sem que haja compensação. Estamos concluindo a análise dos
documentos obtidos pela Justiça no Paraná. Já temos elementos
suficientes para a abertura dos processos", disse o ministro-chefe da
CGU (Controladoria Geral da União) Jorge Hage à Folha de S. Paulo.
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