A especialista do Climatempo afirma ao GLOBO que esse volume de chuva nessa região do país é incomum, mas foi previsto pelos meteorologistas. Ele aconteceu em decorrência ao La Niña. O fenômeno aquece as águas do oceano Pacífico entre a Austrália e a América do Sul e, com isso, muda o padrão de circulação de ventos no Brasil, alterando também o regime de chuvas — aumentando as precipitações no Nordeste e diminuindo no Centro-Sul do país.
Onze pessoas já morreram e outras 267
ficaram feridas no estado em decorrência das tempestades neste fim de
ano. Além disso, 6.371 pessoas estão desabrigadas, outras 15.199
desalojadas por causa dos estragos causados pelos temporais no estado.
No total, 220.297 pessoas foram atingidas pela chuva e 51 localidades
decretaram situação de emergência. O local mais atingido foi justamente o
Sul do estado.
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