
No dia das comemorações pelo dia do trabalhador, o
sindicato dos professores na Bahia (APLB) se junta à CUT, CTB e outras
centrais sindicais no ato político-cultural que acontece no Pelourinho
com shows de Adelmário Coelho e Kart Love.
Segundo a
diretora da APLB, Elza Souza Melo, houve avanços com a determinação do
piso nacional para a categoria, mas ainda são precárias as condições de
trabalho dos professores. Nesta quinta-feira (30),
professores da educação municipal aderiram ao dia de greve nacional da
educação, fizeram manifestação no Centro Histórico e entregaram ao
prefeito ACM Neto (DEM) uma carta pedindo celeridade nas negociações
salariais, onde pedem 13,01% de reajuste.De acordo
com Elza, a prefeitura respeita o estabelecimento piso salarial da
educação, mas peca na condição estrutural das escolas. Sem climatização,
algumas salas foram apelidadas de ‘sauna de aula’, devido ao calor, o
que atrapalha na concentração do estudante e do professor. E por causa
das fortes chuvas que caíram esta semana em Salvador, algumas escolas
”viram cachoeiras” e estão sem funcionar, diz Elza. Entre
as bandeiras de luta do 1º de maio estão o pedido de destinação de 10%
do PIB e 50% do fundo social dos royalties do Pré-Sal para a educação.
(Bocão News)
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