A APLB-Sindicato cogita entrar na Justiça contra a
proposta de aumento salarial do governo Rui Costa ao funcionalismo
público, de 6,41% em duas parcelas, a primeira de 3,5% retroativa a
março e uma segunda de 2,91% em novembro. De acordo com a diretora da
APLB, Marilene Betros, este mesmo método foi usado no ano passado, na
gestão do governador Jaques Wagner. “Nós nos posicionamos contra o
projeto de lei que dividia o reajuste em duas parcelas. No ano passado
nós ingressamos na Justiça contra esse aumento fracionado. Este ano, a
depender do resultado de hoje, vamos ver o caminho que vamos seguir”,
afirmou, em entrevista ao Bahia Notícias, nesta terça-feira (5). Ainda
de acordo com a dirigente, “o governo deveria fazer um esforço para
cumprir a database e não dividir o aumento”, mesmo com a afirmação do
secrátario de Relações Institucionais Josias Gomes de que não há verba
disponível para isso. Apesar das rusgas com a atual gestão da Bahia,
Marilene disse também que ainda “não há um propensão para o embate por
greve”, mas que o sindicato vai ouvir a categoria. (BN)
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