Ela foi detida preventivamente, por ordem do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A prisão foi determinada após um parecer favorável da Procuradoria de Justiça do Estado, responsável por investigar agentes com foro privilegiado.
Maurício Campos Rosa, 64, foi morto a tiros quando saía da casa de um amigo, à noite, em agosto do ano passado. Quatro tiros o atingiram nas costas e um na nuca. O jornal “O Grito”, do qual era dono, era distribuído gratuitamente em Santa Luzia, com notícias locais.
Além da prefeita, outras três pessoas também foram presas nesta manhã: David Santos Lima (conhecido como Nego), Alessandro de Oliveira Souza (o Leleca) e Gustavo Sérgio Soares Silva (o Gustavim). Todos eram investigados sob suspeita de participação na morte do jornalista.
O delegado responsável pelo inquérito, César Matoso, informou que não irá se manifestar até que seja encerrada a investigação.
Roseli já havia sido afastada do cargo em junho deste ano, após ter sido condenada por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2014, pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral). A corte determinou sua cassação e a inelegibilidade por oito anos. A prefeita, porém, recorreu do afastamento e conseguiu voltar ao cargo após duas semanas. (Informações da Folha de S. Paulo).
Comentários
Postar um comentário