
Os professores da Universidade do Estado da Bahia
(Uneb) realizaram uma assembleia geral nesta segunda-feira (9) onde foi
aprovado um indicativo de greve da categoria. Além da Uneb, a
Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), a Universidade
Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Estadual do Sudoeste da
Bahia (Uesb) já tinham indicativo de greve deliberado por suas
respectivas categorias. Entre as reivindicações do docentes estão:
destinação pelo menos 7% da Receita Líquida de Impostos (R.L.I.) do
estado ao orçamento anual das universidades estaduais, com revisão do
percentual a cada dois anos; recomposição salarial de 30,5%; cumprimento
dos direitos trabalhistas dos docentes, como promoções na carreira,
adicional de insalubridade, mudança de regime de trabalho, reimplantação
da licença sabática; e ampliação e desvinculação de vaga/classe do
quadro de cargos de provimento permanente do Magistério Público às
Universidades Estaduais da Bahia (Ueba). De acordo com os docentes, as
reivindicações são fruto da falta de comprometimento do governo Rui
Costa, com as Ueba, que nega direitos trabalhistas e orçamento digno às
universidades e divulga à imprensa que as finanças do estado estão
saudáveis.
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