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| Foto: Alan Santos /PR |
A informação foi confirmada pelo escritório da procuradoria do tribunal. A Comissão Arns e o Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos (CADHu) fazem a apuração na corte.
Bolsonaro foi alvo de denúncias de crimes contra a humanidade e incitação do genocídio de povos indígenas no Brasil.
De acordo com a coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, a procuradora da corte verifica se o conteúdo cabe ao TPI e se justifica seguir com investigação.
“É uma etapa relevante. A maior parte dos casos é arquivada”, diz a advogada Eloísa Machado, do CADHu. “É importante que instâncias internacionais estejam cientes dos atos do presidente Bolsonaro”, afirma Belisário dos Santos, da Comissão Arns. (bahia.ba)

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