Em clima de despedida, após chefiar oito anos o
Executivo do estado, o governador Jaques Wagner (PT), no próximo dia 1º,
passará a caneta para o seu sucessor Rui Costa (PT). Nesta reta final, o
petista enfrenta a vinculação do seu nome a denúncias ligadas ao
escândalo da Petrobras, assunto negado por ele de forma veemente. Em
entrevista à Tribuna, o político, hoje tido como um dos melhores
articuladores do estado e com nome em ascensão nacional, enalteceu o
trabalho de investigação realizado pelas instituições brasileiras e
afirmou que não há provas que sustentem as denúncias. Mais uma vez saiu
em defesa de José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras e seu
gestor do Planejamento, na qual apontou o secretário como uma das
“melhores cabeças pensantes da Bahia e do Brasil” e reiterou a
permanência dele até o último dia de seu mandato. Wagner também tratou
de sua ida a algum ministério da presidente Dilma.
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