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Precatórios da Educação em Várzea Nova: Um dinheiro de muitos.


Os precatórios têm origem em erros de cálculos da União ao efetuar os repasses da complementação do Fundef – atualmente Fundeb – a estados e municípios. Por tanto, um recurso exclusivo da educação.

Os professores como principais representantes da educação, entendem que é um direito a contemplação da classe com os 60% do valor ganho pelo município na justiça.

Maioria dos prefeitos que já receberam e muitos outros que ainda irão receber os precatórios, são contrários o pagamento de abono aos professores. E para isso, contam com o apoio do TCM, TCU, no caso da Bahia, UPB - União  dos prefeitos da Bahia, entre outros.

Políticos, juízes, desembargadores, ministros tem suas regalias, ganham muito e não abrem mão de nenhum auxílio, sem falar nos desonestos que ainda lucram por fora de diversas maneiras citadas pela mídia escrita e falada diariamente. No caso dos profissionais da educação, cabe a classe unir as mãos e mostrar força, a final não existe educação sem os professores.

Há quem diga que os municípios não deixaram de pagar os salários dos professores na época do erro da União. Mas a pergunta que fica é: Deram aumento real no período aos professores?

Os professores recebiam entre 70 e 80 reais por mês, será que não seria justo um pagamento retroativo de um dinheiro da educação que é retroativo? Os professores não merecem? Para muitos políticos a resposta é "não".

Em relação a Várzea Nova que é uma das cidades contempladas com os precatórios da educação, algo em torno de 21 milhões de reais, até o momento nada oficial sobre o posicionamento do prefeito. Mas o que se sabe é que entre muitos membros da equipe de governo, aí incluindo-se inclusive profissionais da educação, são contrarios ao pagamento dos 60% para os professores. Muitos opinam, poucos têm direito. Dias de luta virão!

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