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| Divulgação Águia Resgate |
Um adolescente de 12 anos, cuja
identidade não foi divulgada, precisou ser transferido devido à
gravidade dos ferimentos após uma bomba junina explodir em sua mão,
provocando lesões graves que também atingiram o rosto, o tórax e um dos
braços. O acidente aconteceu em uma escola do povoado de Cansação, em
Conceição do Coité, na tarde desta terça-feira (16). As informações são
de Gildo Carneiro, comandante da Brigada Águia Resgate.
Ainda
de acordo com Gildo, a equipe da brigada chegou ao local praticamente
no mesmo momento que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Como determina o protocolo para ocorrências graves, ele constuma chamar a
Unidade de Suporte Avançado (USA) como chegaram juntos, a equipe médica
assumiu o atendimento da vítima.
Carneiro
informou ainda que a explosão aconteceu dentro da escola da comunidade,
porém, a diretora colocou o menor no seu carro e parou na estrada para
deixar aos cuidados da equipe médica.
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| Divulgação Águia Resgate |
Segundo o comandante, a USA tem
autonomia para realizar a transferência imediata para outra unidade
hospitalar pelo sistema conhecido como “vaga zero”, quando o estado do
paciente exige atendimento especializado urgente, sem necessidade de
aguardar regulação.
Em
entrevista ao Portal Raízes, um homem identificado como Maurício
Vieira, irmão da vítima, relatou que inicialmente recebeu uma versão
diferente sobre o ocorrido. “Quando cheguei ao local, me passaram a
versão de que a bomba teria estourado dentro da sacola, mas eu não
acreditei. Ao apurar melhor a situação, percebemos que meu irmão havia
comprado um tipo de bomba que demora alguns minutos para explodir”,
contou.
Ainda
segundo Maurício, a suspeita é de que o adolescente tenha acreditado
que o artefato havia falhado e retornado para verificar o que havia
acontecido. “Foi nesse momento que a bomba realmente explodiu e acabou
acionando os outros fogos que estavam dentro da sacola”, relatou.
Maurício
informou ainda que chegou a procurar o vendedor dos fogos, mas fez
questão de destacar que ele não teve qualquer responsabilidade pelo
ocorrido. “Infelizmente foi uma fatalidade. O rapaz que vendeu os fogos
não teve culpa alguma e, mesmo assim, se colocou totalmente à disposição
para nos ajudar”, afirmou.
Fonte: Calila Notícias, parceiro do Augusto Urgente


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