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| Foto: Valter Campanato/Agência Brasil |
“Minha maneira de ser sempre foi essa. Unir este país, não desunir”, acrescentou. As declarações de Bolsonaro foram dadas pouco mais de duas semanas após ele afirmar, conforme áudio captado pela TV Brasil, que o governo federal não devia dar “nada” para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). Ele nega que na ocasião tenha usado o termo “paraíba” de forma pejorativa.
Sobre as polêmicas causadas por suas falas, o presidente disse que tenta ser um pouco mais polido, mas que o seu estilo é o mesmo da época da campanha. Aos que o criticam, afirmou: “Paciência. Já sabiam que eu era assim. A gente procura se polir um pouco mais, mas acontece”.
Quanto à “paternidade” da usina de energia entregue ontem em Sobradinho, disse que a obra “é de o todo o povo brasileiro”.
“Essa obra efetivamente começou a andar no governo do (ex-presidente) Michel Temer. Então, não é obra minha, para não achar que estou querendo pegar obra de ninguém. Agora, também, a obra é feita com dinheiro público. Não tem pai da criança. Todo o povo brasileiro é que é pai da criança. Estou rodando o Brasil todo, para mostrar, ter espaço, junto à imprensa e dizer que nossa união pode realmente fazer um Brasil melhor”, disse Bolsonaro.
(Bahia.Ba)

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